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Vol. 01. Núm. 09.
Páginas 24-36 (Novembro 2019)
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Miocardite fulminante versus miocardite não fulminante aguda em pacientes com disfunção sistólica ventricular esquerda
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Enrico Ammiratia, Giacomo Veronesea,b, Michela Brambattic, Marco Merlod, Manlio Cipriania, Luciano Potenae, Paola Sormania, Tatsuo Aokif, Koichiro Sugimuraf, Akinori Sawamurag, Takahiro Okumurag, Sean Pinneyh, Kimberly Hongc, Palak Shahi, Öscar Braunj, Caroline M. Van de Heyningk, Santiago Monterol,m, Duccio Petrellaa, Florent Huangm, Matthieu Schmidtm, Claudia Rainerin, Anuradha Lalah, Marisa Varrentia,b, Alberto Foàe, Ornella Leonee, Piero Gentiled, Jessica Articod, Valentina Agostinie, Rajiv Pateli, Andrea Garasciaa, Emeline M. Van Craenenbroeckk, Kaoru Hiroseo, Akihiro Isotanio, Toyoaki Muroharag, Yoh Aritap, Alessandro Sionisl, Enrico Fabrisd, Sherin Hashemq, Victor Garcia-Hernandol, Fabrizio Olivaa, Barry Greenbergc, Hiroaki Shimokawaf, Gianfranco Sinagrad, Eric D. Adlerc, Maria Frigerioa, Paolo G. Camicir
a De Gasperis Cardio Center, Niguarda Hospital, Milano, Itália.
b Department of Health Sciences, University of Milano-Bicocca, Monza, Itália.
c Division of Cardiology, Department of Medicine, University of California San Diego, La Jolla, Califórnia, EUA.
d Cardiothoracic Department, Azienda Sanitaria Universitaria Integrata (ASUITS), University of Trieste, Trieste, Itália.
e Academic Hospital S. Orsola-Malpighi, Bologna, Itália.
f Tohoku University Graduate School of Medicine, Sendai, Japão.
g Nagoya University Graduate School of Medicine, Nagoya, Japão.
h Icahn School of Medicine at Mount Sinai, New York, New York, EUA.
i Inova Heart and Vascular Institute, Falls Church, Virginia, EUA.
j Department of Cardiology, Clinical Sciences, Lund University and Skåne University Hospital, Lund, Suécia.
k Department of Cardiology, Antwerp University Hospital, Edegem, Bélgica.
l Department of Cardiology, Hospital de la Santa Creu i Sant Pau, Biomedical Research Institute IIB Sant Pau, CIBER-CV, Universitat Autònoma de Barcelona (UAB), Barcelona, Espanha.
m Sorbonne Université, Assistance Publique-Hôpitaux de Paris, Pitié-Salpêtrière Hospital, Medical Intensive Care Unit, Paris Cedex 13, França.
n Istituto di Ricovero e Cura a Carattere Scientifico Policlinico San Matteo, Pavia, Itália.
o Kokura Memorial Hospital, Kitakyushu, Japão.
p Japan Community Healthcare Organization, Osaka Hospital, Osaka, Japão.
q Department of Pathology, University of California, San Diego, La Jolla, Califórnia, EUA.
r Vita Salute University and San Raffaele Hospital, Milano, Itália.
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Resumen
ContextoA miocardite fulminante (MF) é uma forma de miocardite aguda caracterizada por disfunção sistólica ventricular esquerda grave que requer inotrópicos e/ou suporte circulatório mecânico. Um estudo unicêntrico constatou que pacientes com MF tiveram melhores desfechos do que aqueles com miocardite não fulminante (MNF) aguda que apresentaram disfunção sistólica ventricular esquerda, mas que estavam hemodinamicamente estáveis. Como isso foi contestado recentemente, ainda há discordâncias. ObjetivosEste estudo buscou fornecer evidências adicionais sobre os resultados da MF e verificar se a estratificação do paciente com base nos principais subtipos histológicos pode fornecer informações prognósticas adicionais. MétodosUm total de 220 pacientes (idade mediana de 42 anos, 46,3% do sexo feminino) com miocardite aguda histologicamente comprovada (início dos sintomas < 30 dias), todos apresentando disfunção sistólica ventricular esquerda, foram incluídos em um registro internacional retrospectivo, composto por 16 hospitais terciários nos Estados Unidos, na Europa e no Japão. O desfecho principal foi a ocorrência de morte cardíaca ou transplante cardíaco nos 60 dias seguintes à admissão e no seguimento em longo prazo. Resultados Pacientes com MF (n = 165) apresentaram taxas significativamente mais altas de morte cardíaca e transplante cardíaco em comparação com aqueles com MNF (n = 55), tanto em 60 dias (28,0% vs. 1,8%, p = 0,0001) quanto em 7 anos seguimento (47,7% vs. 10,4%, p < 0,0001). Usando a análise multivariada de Cox, o subtipo histológico emergiu como uma variável adicional que afeta o desfecho em pacientes com MF, com miocardite de células gigantes com um prognóstico significativamente pior em comparação à miocardite eosinofílica e linfocítica. Em uma subanálise incluindo apenas adultos com miocardite linfocítica, os principais desfechos ocorreram com mais frequência na MF em comparação com a MNF em 60 dias (19,5% vs. 0%, p = 0,005) e em 7 anos de seguimento (41,4% vs. 3,1%, p = 0,0004). Conclusões Esse registro internacional confirma que os pacientes com MF apresentam taxas mais altas de morte cardíaca e transplante cardíaco, no curto e no longo prazo, em comparação com pacientes com MNF. Além disso, fornecemos evidências de que o subtipo histológico da MF possui valor prognóstico independente, destacando a necessidade de biópsia endomiocárdica oportuna nessa condição. (J Am Coll Cardiol 2019;74:299-311) © 2019 pela American College of Cardiology Foundation.
O texto completo está disponível em PDF
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