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Vol. 01. Núm. 15.
Páginas 145-155 (Março 2021)
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Páginas 145-155 (Março 2021)
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Uma experiência de 5 décadas com dissecção da aorta tipo A. Avanços Históricos em Perspectiva do JACC
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Yuanjia Zhua, Bharathi Lingalaa, Michael Baiocchib, Jacqueline J. Taoc, Veronica Toro Aranac, Jason W. Khooc, Kiah M. Williamsc, Abd Al-Rahman Traboulsic, Hilary C. Hammonda, Anson M. Leea, William Hiesingera, Jack Boyda, Philip E. Oyera, Edward B. Stinsona, Bruce A. Reitza, R. Scott Mitchella, D. Craig Millera, Michael P. Fischbeina, Y. Joseph Wooa
a Departamento de Cirurgia Cardiotorácica, Stanford University, Stanford, Califórnia, EUA.
b Departamento de Saúde Populacional e Epidemiologia, Stanford University, Stanford, Califórnia, EUA.
c Faculdade de Medicina, Stanford University, Stanford, Califórnia, EUA.
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Resumen
RESUMO.A classificação de Stanford para dissecção da aorta foi descrita em 1970. A classificação propunha que a dissecção da aorta tipo A deveria ser submetida a reparo cirúrgico imediato, enquanto a dissecção da aorta tipo B poderia ser tratada clinicamente. Desde então, as ferramentas diagnósticas e o manejo da dissecção aguda da aorta tipo A (DAATA) passaram por melhorias substanciais. Este artigo avaliou as mudanças históricas no reparo de DAATA na Universidade de Stanford desde o estabelecimento da classificação de dissecção da aorta 50 anos atrás. As abordagens cirúrgicas nos segmentos proximal e distal da aorta, os métodos de perfusão cerebral e as estratégias de canulação foram revisados. Análises adicionais com pacientes submetidos a reparo de DAATA na universidade no período de 1967 a dezembro de 2019 foram realizadas para melhor ilustrar a experiência de Stanford no manejo de DAATA. Embora a complexidade técnica tenha aumentado ao longo do tempo, a sobrevida pós-operatória continuou melhorando. Uma investigação mais aprofundada é necessária para delinear os fatores associados aos melhores desfechos observados neste estudo. (J Am Coll Cardiol 2020;76:1703¿13) © 2020 pela American College of Cardiology Foundation.
O texto completo está disponível em PDF
JACC. Ediçao em potugués

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