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Vol. 01. Núm. 10.
Páginas 63-71 (Janeiro 2020)
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Páginas 63-71 (Janeiro 2020)
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Substituição cirúrgica versus transcateter da válvula aórtica em pacientes de baixo risco
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Dhaval Koltea, Gus J. Vlahakesb, Igor F. Palaciosa, Rahul Sakhujaa, Jonathan J. Passeria, Ignacio Inglessisa, Sammy Elmariaha
a Divisão de Cardiologia, Departamento de Medicina, Massachusetts General Hospital, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts.
b Divisão de Cirurgia Cardíaca, Departmento de Cirurgia, Massachusetts General Hospital, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts.
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Resumen
ContextoA substituição transcateter da válvula aórtica (TAVR) tem emergido como uma opção terapêutica segura e eficaz para pacientes com estenose aórtica (EA) grave que estão em risco extremo, alto ou médio para a substituição cirúrgica da válvula aórtica (SAVR). No entanto, a SAVR continua sendo a terapia padrão em pacientes de baixo risco na prática clínica atual. ObjetivosEste estudou buscou realizar uma metanálise de ensaios clínicos randomizados (ECRs) que comparam TAVR e SAVR em pacientes de baixo risco. MétodosBases de dados eletrônicas foram pesquisadas desde o início até 20 de março de 2019. ECRs comparando TAVR e SAVR em pacientes de baixo risco [escore Society of Thoracic Surgeons Predicted Risk of Mortality (STS-PROM) <4%] foram incluídos. O desfecho primário foi morte por todas as causas em 1 ano. Modelos de efeitos aleatórios foram usados para calcular a razão de risco (RR) agrupada e o intervalo de confiança (IC) de 95% correspondente. ResultadosQuatro ECRs que randomizaram 2.887 pacientes (1.497 para TAVR e 1.390 para SAVR) foram incluídos na metanálise. A idade média dos pacientes foi de 75,4 anos, e a média do escore STS-PROM foi de 2,3%. Comparada à SAVR, a TAVR foi associada a um risco significativamente menor de morte por todas as causas (2,1% vs. 3,5%; RR: 0,61; IC95%: 0,39 a 0,96; p = 0,03; I2 = 0%) e morte cardiovascular (1,6% vs. 2,9%; RR: 0,55; IC95%: 0,33 a 0,90; p = 0,02; I2 = 0%) em 1 ano. As taxas de início/piora de fibrilação atrial, hemorragia com risco à vida/incapacitante e estágio 2/3 de lesão renal aguda foram menores, enquanto as de implante de marca-passo definitivo e vazamento paravalvar moderado/grave após TAVR foram maiores do que após SAVR. Não houve diferenças significativas entre TAVR e SAVR em relação a complicações vasculares maiores, endocardite, reintervenção valvar aórtica e classificação funcional da New York Heart Association ≥ II. ConcluçõesNesta metanálise de ECRs que comparam TAVR e SAVR em pacientes de baixo risco, a TAVR foi associada a um risco significativamente menor de mortes por todas as causas e morte cardiovascular em 1 ano. Esses achados sugerem que a TAVR pode ser a melhor opção em relação à SAVR em pacientes de baixo risco com EA grave que são candidatos para a substituição valvar aórtica por bioprótese. (J Am Coll Cardiol 2019;74;1532-40) © 2019 pela American College of Cardiology Foundation.
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JACC. Ediçao em potugués

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