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Vol. 01. Núm. 18.
Páginas 1-16 (dezembro 2021)
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Melhoria da estratificação de risco para arritmias ventriculares e morte súbita em pacientes com cardiomiopatia dilatada não isquêmica
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987
Andrea Di Marcoa,b,c, Pamela Frances Brownd, Joshua Bradleyd, Gaetano Nuciforad, Eduard Clavera,b, Fernando de Frutosa,b, Paolo Domenico Dallaglioa,b, Josep Comin-Coleta,b, Ignasi Angueraa,b, Christopher A. Millerc,d,f, Matthias Schmittc,d
a Departmento de Cardiologia, Hospital Universitari de Bellvitge, L´Hospitalet de Llobregat, Barcelona, Espanha.
b Bioheart-Cardiovascular Diseases Group, Cardiovascular, Respiratory and Systemic Diseases and Cellular Aging Program, Institut d´Investigació Biomèdica de Bellvitge-IDIBELL, L´Hospitalet de Llobregat, Barcelona, Espanha.
c Divisão de Ciências Cardiovasculares, School of Medical Sciences, Faculty of Biology, Medicine and Health, University of Manchester, Manchester Academic Health Science Centre, Manchester, Reino Unido.
d Departmento de Cardiologia, North West Heart Centre, Manchester University NHS Foundation Trust, Wythenshawe Campus, Manchester, Reino Unido.
e Manchester University NHS Foundation Trust, Manchester Academic Health Science Centre, Manchester, Reino Unido.
f Wellcome Centre for Cell-Matrix Research, Division of Cell-Matrix Biology & Regenerative Medicine, School of Biology, Faculty of Biology, Medicine and Health, University of Manchester, Manchester Academic Health Science Centre, Manchester, Reino Unido.
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Resumen
CONTEXTO

A estratificação de risco para arritmias ventriculares (AVs) e morte súbita na cardiomiopatia dilatada (CMD) não isquêmica continua abaixo do ideal.

OBJETIVOS

O objetivo deste estudo foi fornecer um algoritmo de estratificação de risco aprimorado para AV e morte súbita na CMD.

MÉTODOS

Trata-se de um estudo de coorte retrospectiva de pacientes com CMD consecutivos submetidos a ressonância magnética cardíaca com realce tardio por gadolínio (RTG) em dois centros terciários de referência. O desfecho arrítmico combinado incluiu terapias apropriadas com cardioversor-desfibrilador implantável, taquicardia ventricular sustentada, parada cardíaca ressuscitada e morte súbita.

RESULTADOS

Em 1.165 pacientes com mediana de seguimento de 36 meses, o RTG foi um preditor independente e forte do desfecho arrítmico (razão de risco: 9,7; p 35%) foi significativamente superior à FEVE com ponto de corte de 35% (estatística C de Harrell: 0,8 vs. 0,69; área sob a curva: 0,82 vs. 0,7; p 35% apresentaram risco significativamente elevado (taxa anual de eventos 3%; p = 0,007). Normal 0 21 false false false ES X-NONE X-NONE /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabla normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:8.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:107%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri",sans-serif; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}

CONCLUSÕES

Em uma grande coorte de pacientes com CMD, o RTG foi considerado um preditor significativo, consistente e forte de AV ou morte súbita. Foram identificadas distribuições específicas de RTG de alto risco. Um novo algoritmo clínico integrando o RTG e a FEVE melhorou significativamente a estratificação de risco para AV e morte súbita, com implicações relevantes para a alocação do cardioversor-desfibrilador implantável.

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