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Vol. 01. Núm. 08.
Páginas 32-42 (Agosto 2019)
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Sonotrombólise em infarto do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST tratado com intervenção coronária percutânea primária
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Wilson Mathiasa, Jeane M. Tsutsuia, Bruno G. Tavaresa, Agostina M. Favab, Miguel O. D. Aguiara, Bruno C. Borgesa, Mucio T. Oliveira, JRa, Alexandre Soeiroa, José C. Nicolaua, Henrique B. Ribeiroa, Hsu Po Chianga, João C.N. Sbanoa, Abdulrahman Moradc, Andrew Goldsweigb, Carlos E. Rochittea, Bernardo B. C. Lopesa, José A. F. Ramireza, Roberto Kalil Filhoa, Thomas R. Porterb
a Heart Institute (InCor), University of São Paulo, Medical School, São Paulo, Brasil.
b University of Nebraska Medical Center, Omaha, Nebraska.
c University of Kansas Medical Center, Kansas City, Kansas, EUA.
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Resumen
ContextoEstudos pré-clínicos demonstraram que os impulsos de alto índice mecânico (IM) de um transdutor de ultrassom diagnóstico durante uma infusão intravenosa de microbolhas (sonotrombólise) podem restaurar o fluxo epicárdico e microvascular no infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST). Objetivos Este estudo testou a eficácia clínica da sonotrombólise em pacientes com IAMCSST. MétodosPacientes com seu primeiro IAMCSST foram prospectivamente randomizados para impulsos de alto IM guiados por ultrassom diagnóstico durante uma infusão intravenosa com Definity (Lantheus Medical Imaging, North Billerica, Massachusetts, EUA) prévia e, posteriormente, intervenção coronária percutânea (ICP) emergente ou para um grupo controle que recebeu apenas ICP (n = 50 em cada grupo). Um grupo de referência com primeiro IAMCSST (n = 203) que chegou fora da janela de randomização também foi analisado. Foram comparados: recanalização angiográfica antes da ICP, resolução do segmento ST, tamanho do infarto pela ressonância magnética e função sistólica (FEVE) aos 6 meses. Resultados A resolução do segmento ST ocorreu em 16 (32%) pacientes com ICP com alto IM versus 2 (4%) com apenas ICP antes da ICP; e a recanalização angiográfica foi de 48% em alto IM/ICP vs. 20% na ICP e 21% no grupo de referência (p < 0,001). O tamanho do infarto foi reduzido (29 ± 22 g para alto IM/ICP vs. 40 ± 20 g para apenas ICP; p = 0,026). A FEVE não foi diferente entre os grupos antes do tratamento (44 ± 11% vs. 43 ± 10%), mas aumentou imediatamente após a ICP no grupo com alto IM/ICP (p = 0,03) e permaneceu maior aos 6 meses (p = 0,015). A necessidade de desfibrilador implantável (FEVE ≤ 30%) foi reduzida no grupo alto IM/ICP (5% vs. 18% para apenas ICP; p = 0,045). ConclusõesA sonotrombólise adicionada à ICP melhora as taxas de recanalização e reduz o tamanho do infarto, resultando em melhorias sustentadas na função sistólica após IAMCSST. (Therapeutic Use of Ultrasound in Acute Coronary Artery Disease; NCT02410330). (J Am Coll Cardiol 2019;73;2832-42) © 2019 pela American College of Cardiology Foundation.
O texto completo está disponível em PDF
JACC. Ediçao em potugués

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